O Brasil é o país mais ansioso do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Um estudo do Instituto Cactus, em parceria com a AtlasIntel, revela que 68% dos brasileiros relatam sentir ansiedade. Ainda assim, o tema continua sendo tratado como tabu em muitos contextos.
Uma das formas de começar a mudar isso é falar abertamente sobre o assunto. Pensando nisso, preparamos este artigo com uma seleção de 13 livros sobre ansiedade escolhidos para diferentes perfis: quem quer entender o transtorno, quem já convive com ele no dia a dia e quem busca ferramentas práticas para encontrar mais equilíbrio.
Se quiser entender melhor o que é a ansiedade antes de mergulhar nas leituras, confira nosso artigo completo sobre ansiedade: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento.
O que é a ansiedade?
Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), o Transtorno de Ansiedade Generalizado demanda uma série de critérios para ser diagnosticado. Porém, vale lembrar que, a ansiedade é uma experiência humana normal, intimamente ligada ao medo: uma resposta do cérebro a uma situação que representa um potencial perigo.
É importante destacar que sentir ansiedade em determinados momentos não significa, necessariamente, ter um transtorno. Em situações cotidianas de estresse, insegurança ou expectativa, como uma prova, uma entrevista de emprego ou uma decisão importante, é natural que essa emoção apareça como um mecanismo de alerta do organismo
No entanto, quando se manifesta de maneira crônica, transforma-se em um transtorno mental caracterizado sobretudo pela preocupação excessiva ou constante de que algo negativo acontecerá.
As pessoas que passam por crises de ansiedade têm dificuldade de se ater ao presente durante esses quadros. Além disso, costumam sentir uma grande tensão, que nem sempre tem um motivo aparente.
Quantas pessoas têm ansiedade no mundo?
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com transtornos mentais, sendo a ansiedade e a depressão os mais comuns.
A pandemia de COVID-19 aumentou essa prevalência em 25%, consolidando a ansiedade como um grave problema de saúde pública global. Os casos de ansiedade, por sua vez, chegam a representar 60% de todos os diagnósticos, o que representa cerca de 600 milhões de pessoas.
Esse tema tem ganhado cada vez mais atenção porque a ansiedade é uma condição bastante frequente na população. Dados do inquérito nacional Covitel indicam que 26,8% dos brasileiros já receberam diagnóstico médico de ansiedade, sendo a prevalência maior entre jovens de 18 a 24 anos (31,6%) e entre mulheres (34,2%).
Quais são os sintomas físicos da ansiedade?
Também é comum que a ansiedade se manifeste através de sintomas físicos, como:
- Sudorese;
- Taquicardia, isto é, batimentos cardíacos acelerados;
- Falta de ar;
- Formigamento;
- Náusea;
- “Borboletas” no estômago;
- Boca seca;
- Ondas de calor.
Os sintomas da ansiedade têm similaridade com os do medo, um estado que possui função muito importante para a adaptação ao ambiente e sobrevivência.
Entretanto, a reação aos estímulos externos pode ser excessivamente intensa, a ponto de impedir o indivíduo de se proteger e racionalizar a situação. Ou seja, quando a reação é desproporcional ao estímulo, a ansiedade vira doença.
É importante lembrar, ainda, que os sintomas de ansiedade, quando não tratados, podem se intensificar. Nos casos mais graves, a ansiedade pode causar dificuldades para sair de casa, sensação de morte iminente e pensamentos suicidas. Por isso, buscar auxílio profissional é fundamental.
O que gera a ansiedade?
As causas da ansiedade não são completamente conhecidas. No entanto, é comum que alguns fatores estejam envolvidos na manifestação dos sintomas. Abaixo, você confere os principais:
Fatores genéticos
Embora ainda não seja possível identificar o percentual de influência genética no diagnóstico da ansiedade, especialistas já afirmam que ela não deve ser desconsiderada.
Nesse sentido, quanto mais pessoas da mesma família são diagnosticadas com ansiedade — ou outros transtornos mentais —, maior a chance dela continuar se manifestando.
Mudanças das condições de vida
O aumento do custo de vida, a diminuição da oferta de empregos e a crescente instabilidade também são fatores que influenciam o aparecimento de sintomas da ansiedade. Isso porque podem gerar a constante sensação de incerteza e a necessidade de estar sempre alerta para eventuais mudanças nos cenários profissional, econômico e mesmo político.
Fatores ambientais
O ambiente em que estamos inseridos desempenha um papel importante na nossa saúde mental. Por isso, quando lidamos com muitos problemas e estamos frequentemente estressados, ou mesmo quando precisamos assumir muitas responsabilidades quando ainda somos jovens, os sintomas de ansiedade podem se manifestar com mais facilidade.
Nesse sentido, para algumas pessoas, o ambiente familiar pode ser uma fonte de ansiedade. Para outras, a escola ou o trabalho podem ocupar esse papel. No entanto, para entender de fato se o ambiente influencia o diagnóstico e como, é preciso contar com a ajuda de um especialista.
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Outras questões de saúde
Não é incomum que outros quadros clínicos estejam associados à ansiedade. Algumas doenças podem causar o transtorno porque geram o funcionamento inadequado do corpo, como é o caso das doenças cardíacas, hormonais e pulmonares.
Além disso, é normal que uma pessoa fique ansiosa quando tem um quadro clínico que teme. Por exemplo, uma pessoa diagnosticada com câncer pode desenvolver sintomas de ansiedade devido à sensação de morte iminente.
Os distúrbios causados por excesso de estresse também costumam estar associados à ansiedade. Nesses casos, porém, é comum que a pessoa diagnosticada tenha passado por alguma experiência traumática.
Por fim, outros transtornos mentais também podem acontecer concomitantemente à ansiedade. É o caso da depressão, da bipolaridade, e mesmo dos transtornos causados por uso de substâncias.
Uso de entorpecentes ou outras substâncias
O uso recorrente de entorpecentes — e mesmo de alguns medicamentos e substâncias — também pode levar a um quadro de ansiedade crônica. Alguns exemplos são:
- Cafeína;
- Álcool;
- Substâncias estimulantes, como a anfetamina;
- Cannabis, para algumas pessoas;
- Cocaína;
- Corticoides, se usados excessivamente;
- Anti-histamínicos e descongestionantes, se usados excessivamente;
- Produtos emagrecedores que contém guaraná, cafeína ou ambos, se usados excessivamente.
É importante lembrar, ainda, que a abstinência dessas substâncias também pode causar ansiedade. Por isso, é importante que o tratamento para a dependência seja acompanhado por profissionais.
Acontecimentos traumáticos
Atravessar um acontecimento traumático, isolado ou coletivamente, também é uma forma de desenvolver ansiedade. Nos últimos anos, um exemplo característico desse tipo de situação foi a pandemia da Covid-19.
Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou que, no primeiro ano da pandemia, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25%.
Como saber se estou tendo uma crise de ansiedade?
Para as pessoas que já lidam com alguns dos sintomas do transtorno de ansiedade, mas ainda não foram diagnosticadas com ele, pode ser difícil identificar quando uma crise de ansiedade está acontecendo. A melhor maneira de saber é conhecendo os sintomas da ansiedade e ficando alerta às situações em que eles se manifestam.
Na crise de ansiedade, é comum que um ou mais sintomas se apresentem de maneira abrupta, interrompendo uma atividade cotidiana ou o fluxo de pensamento da pessoa. Alguns dos sintomas mais comuns são:
- Batimentos acelerados;
- Dificuldade para respirar;
- Sensação de desmaio ou pressão baixa;
- Suor excessivo;
- Náusea.
Na crise de ansiedade, pode ser difícil para a pessoa controlar ou mesmo identificar os seus sentimentos de maneira exata. Por isso, se você estiver perto de pessoas que conhece e confia, peça ajuda e explique o que você acha que pode estar acontecendo.
Quais são os transtornos de ansiedade?
A ansiedade está relacionada a um grande número de transtornos mentais. Os mais comuns são:
- Transtorno de ansiedade de separação;
- Fobia específica (ou seja, medo de um certo animal, agulhas, andar de elevador etc.);
- Transtorno de ansiedade social;
- Síndrome do pânico;
- Transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
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Como é feito o diagnóstico da ansiedade?
O diagnóstico de ansiedade é clínico, o que significa que precisa ser realizado por um médico psiquiatra, com base na análise dos sintomas e nos seus efeitos para a vida cotidiana da pessoa. Em alguns casos, porém, pode ser difícil indicar quando a ansiedade deve ser considerada um transtorno.
O mais comum é que sejam buscados outros transtornos ou problemas que podem estar causando a ansiedade. Além disso, é feita uma avaliação com base no histórico familiar e no contexto em que a pessoa está inserida. Por fim, também pode ser solicitado um exame físico.
Qual é o tratamento da Ansiedade?
A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas e ter origens variadas. Por isso, não existe um único caminho para controlá-la, mas sim diferentes abordagens que devem ser avaliadas de acordo com as características de cada pessoa.
Entre as principais formas de tratamento e manejo da ansiedade, destacam-se:
- Mudanças nos hábitos do dia a dia: ajustes na rotina, melhora da qualidade do sono, prática de atividades físicas e redução de fatores de estresse podem ajudar a diminuir os sintomas;
- Psicoterapia: o acompanhamento psicológico auxilia na compreensão da origem da ansiedade e no desenvolvimento de estratégias para lidar com situações que desencadeiam ou intensificam os sintomas;
- Uso de medicamentos: em alguns casos, podem ser prescritos ansiolíticos ou benzodiazepínicos (calmantes) para aliviar sintomas mais intensos. No entanto, esses medicamentos apresentam risco de dependência e devem ser utilizados apenas com prescrição e acompanhamento médico.
- Terapia combinada: quando a medicação é necessária, o ideal é que ela seja associada à psicoterapia, já que os medicamentos atuam principalmente no alívio dos sintomas, enquanto a terapia ajuda a tratar as causas e desenvolver formas de enfrentamento.
- Suplementação de vitaminas: déficits de vitaminas do complexo B têm sido associados a quadros de ansiedade e depressão. Nesses casos, a suplementação pode ajudar, mas deve ocorrer apenas quando houver deficiência comprovada e com orientação médica.
- Melhora da qualidade do sono: dificuldades para dormir podem agravar a ansiedade. Em casos de insônia, a melatonina, hormônio que regula o ciclo do sono, pode auxiliar na melhora do descanso e, consequentemente, na redução dos sintomas ansiosos.
Embora a ansiedade faça parte da experiência humana, quando seus sintomas se tornam frequentes ou intensos e começam a interferir na rotina, é importante buscar apoio profissional. Com o acompanhamento adequado e estratégias de cuidado, é possível compreender melhor o problema, reduzir os sintomas e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as situações que geram ansiedade.
Como os livros podem ajudar a lidar com a ansiedade?
Ler não resolve a ansiedade, mas pode fazer uma diferença real no processo de compreendê-la e enfrentá-la. Um estudo da Universidade de Sussex, liderado pelo Dr. David Lewis, revelou que apenas 6 minutos de leitura reduzem os níveis de estresse em até 68% — resultado superior ao de ouvir música, tomar chá ou caminhar.
Quando lemos, desviamos a atenção dos pensamentos que alimentam a ansiedade e direcionamos o foco para outro lugar. Esse movimento de concentração seletiva é considerado por muitos especialistas uma forma de meditação ativa. Além disso, livros sobre o tema ajudam a nomear o que se sente, o que é um passo importante para pedir ajuda e desenvolver estratégias de enfrentamento.
Veja também nosso artigo sobre os benefícios da leitura para a saúde mental.
13 livros sobre ansiedade que te ajudam aprenda a identificar e lidar com o transtorno
A seguir, apresentamos algumas obras que podem ajudar as pessoas que lidam com a ansiedade no dia a dia. Também são interessantes para aqueles que apenas desejam saber mais sobre o tema.
Fizemos uma seleção que passa por diferentes autores, perspectivas sobre o assunto e formas de lidar com os transtornos de ansiedade. Olha só:
1. Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século — Augusto Cury
Para quem busca livros sobre ansiedade, as obras do psiquiatra, professor e autor Augusto Cury são de grande valia.
Nesta, Cury apresenta a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), uma das condições mais penetrantes da atualidade. Ainda pouco conhecida por psicólogos e psicopedagogos, a SPA não raro é confundida com hiperatividade ou transtorno do déficit de atenção.
No livro, você conhecerá os sintomas e as consequências desse mal, bem como as técnicas para enfrentá-lo e recuperar sua tranquilidade emocional e mental.
2. Ansiedade Digital: Como Enfrentar o Mal do Milênio — Augusto Cury
Vivemos hoje um processo de adoecimento coletivo impulsionado pela intoxicação digital.
Neste livro, Augusto Cury propõe reflexões importantes sobre esse fenômeno e apresenta caminhos para compreender e enfrentar a chamada ansiedade digital, considerada por muitos um dos grandes males do nosso tempo.
3. Intoxicação Digital — Augusto Cury
O celular em uso contínuo causou um desastre sem precedentes no cérebro humano, levando a alterações nos ciclos da dopamina e da serotonina e gerando uma dependência comparável à da cocaína.
Essa dependência não é um transtorno casual, mas uma síndrome mental séria. Seus principais sintomas incluem sentimento de urgência, fadiga, irritabilidade, ansiedade, intolerância às frustrações, tristeza, insônia, necessidade de comparação e rejeição ao tédio. Augusto Cury escreveu este livro para ajudar você a entender os impactos dessa crise nas emoções e na mente humana, e a combater os excessos no celular.
4. Antiestresse para Todos — Augusto Cury
Em Antiestresse para Todos: Controlando a ansiedade, colorindo a vida, Augusto Cury convida você a se conhecer melhor, aprender a gerir a emoção e controlar o estresse por meio de imagens e frases que levam à reflexão e à interiorização.
Aqui você encontrará mais do que desenhos: encontrará múltiplas ferramentas para ter autocontrole. Enquanto estiver colorindo, reflita sobre cada um dos ensinamentos e sobre maneiras de colocá-los em prática para tornar seu dia a dia mais saudável e feliz.
5. 365 Dias Para Viver Com Sabedoria — Augusto Cury
Neste lançamento, Augusto Cury faz um convite para desacelerar a mente e nutrir a alma ao longo do ano. Inspirado em suas obras, o psiquiatra reuniu reflexões que fortalecem a inteligência emocional, despertando coragem para viver com mais significado.
6. Indisponível: Como Recuperar Seu Tempo, Atenção e Propósito — Julio Vincent Gambuto
Na atualidade frenética, estamos sempre sobrecarregados e esgotados. A correria se tornou norma e a exaustão, um status quo. Essa pressa constante é incentivada por uma economia que nunca para, beneficiando os mais ricos e explorando os menos favorecidos.
A desigualdade cresce enquanto a qualidade de vida diminui. Diante disso, Julio Vincent Gambuto lança a grande questão: seria esse realmente o melhor jeito de viver? Neste livro, ele incentiva a busca por uma existência mais significativa.
7. Imunidade ao Burnout — Kandi Wiens
Você já se perguntou por que algumas pessoas em empregos muito estressantes evitam o burnout, enquanto outras, em funções aparentemente menos intensas, chegam ao esgotamento completo?
Após enfrentar um estresse extremo que quase a levou a uma crise de saúde, a Dra. Kandi Wiens se comprometeu a entender por que o trabalho estava deixando milhões de pessoas doentes e desmotivadas.
Neste livro, ela apresenta o que descobriu sobre Inteligência Emocional como habilidade capaz de manter o bem-estar mesmo em empregos altamente estressantes.
8. Desacelera — Gabriela Brasil
É possível navegar serenamente em um mundo acelerado? Neste livro, Gabriela Brasil reflete sobre a importância de desacelerar e repensar o ritmo cada vez mais frenético do nosso dia a dia.
Utilizando a própria experiência e observações feitas ao longo da carreira, a autora explora os impactos do cansaço e do desempenho em uma geração pressionada pelo sucesso e pela auto-otimização.
Ao longo da obra, você vai entender cada vez mais a necessidade de ambientes sustentáveis e do foco na saúde mental. Gabriela Brasil propõe uma Organização Centrada no Humano que beneficie todos os envolvidos, valorizando o essencial e promovendo uma vida equilibrada.
9. Realizados — Carol Shinoda e Carol Cavalcanti
É um desafio viver com propósito e felicidade. E não há um caminho único para todas as pessoas seguirem, pois cada uma tem seus próprios sonhos, dificuldades e vive em um contexto singular.
Neste livro, Carol Shinoda e Carol Cavalcanti trazem histórias de pessoas reais muito diferentes entre si, mas que, apesar de terem enfrentado desafios consideráveis, conseguem sustentar vidas significativas e se sentir felizes. As autoras oferecem ferramentas para o leitor tomar decisões conscientes, cultivar as sete fontes da felicidade e aplicar aprendizados sobre propósito.
10. A Raiva dos Outros: Estratégias Para Compreender e Lidar Com Essa Emoção — Ryan Martin
O Dr. Ryan Martin, conhecido no TikTok como ‘The Anger Professor’, oferece neste livro dez estratégias altamente eficientes, baseadas em pesquisas, para lidar com a raiva com que você pode se deparar no cotidiano.
No livro, você vai conhecer os fatores psicológicos que sustentam uma personalidade raivosa (genética, gênero e outros traços de personalidade), as dez estratégias-chave para lidar com pessoas raivosas, e estudos de caso, dicas e atividades práticas para apoiar você enquanto lida com essas situações no dia a dia.
11. A Tristeza Transforma, a Depressão Paralisa — Neury Botega
Ansiedade e depressão frequentemente caminham juntas, e entender o que as diferencia é fundamental para quem convive com um ou os dois transtornos. Neste livro, o psiquiatra Neury J. Botega destrincha os mistérios da depressão e revela suas várias faces e sintomas.
Um guia essencial que não só auxilia pacientes a compreenderem sua condição, mas oferece apoio também a quem deseja ajudar alguém próximo.
12. Solo: Como Ser Feliz em uma Vida Inteiramente Sua — Peter McGraw
Em meio à complexidade dos relacionamentos modernos, às epidemias de solidão e ao esgotamento emocional causado por namoros online, há uma alternativa revigorante: aprender a se sentir bem sozinho.
“Solos”, como denominados pelo economista comportamental Peter McGraw, são pessoas que optam por levar suas vidas de forma autêntica, proposital e apaixonada, fora dos rótulos tradicionais de relacionamento.
Amparado por conhecimentos científicos e pela própria experiência como solteiro, o autor oferece um plano para cultivar relacionamentos gratificantes e criar uma rotina rica mesmo sem companhia constante.
13. Como Lidar com Frustrações: A Ciência Por Trás das Boas Decisões — Adriana Foz
Que atire a primeira pedra quem nunca se sentiu frustrado. Todos nós estamos sujeitos a insatisfações, decepções e problemas. A grande questão é como lidamos com as frustrações que aparecem na nossa vida.
Neste livro, Adriana Fóz aborda o tema da superação de adversidades e explica os processos mentais que são ativados quando nos frustramos. Utilizando exemplos de pessoas reais, ela mostra como as competências emocionais podem funcionar como ferramentas para encarar situações difíceis.
Leitura ajuda, mas não substitui tratamento
Os livros são aliados importantes para compreender a ansiedade e desenvolver ferramentas de manejo. Mas quando os sintomas se tornam frequentes, intensos ou começam a interferir na rotina, buscar apoio profissional é o passo necessário. Um psicólogo ou psiquiatra é quem pode orientar o tratamento adequado para cada caso.
Se quiser saber mais sobre como cuidar da saúde mental no cotidiano, confira nosso artigo com dicas de autocuidado e também nosso conteúdo sobre como lidar com as emoções.


